A case of do or die As consequências da vida são inevitáveis, mesmo que seja a morte. Mas espero chegar aos 100 …
Postagens
- Gerar link
- X
- Outros aplicativos
That no one can deny Mais uma vez deparo com o meu prazo de validade vencido, o que SEMPRE foi inegável passou a ser questionado e, as “verdades" deixaram de sê-las, estamos na época da pós-verdade que, ao meu ver, é uma tentativa absurda de tentar satisfazer a todos. Citando novamente o genial Nelson Rodrigues: “toda unanimidade é burra”. O que é mais engraçado nesses tempos é que essas bobagens são totalmente contraditórias: “todos têm a SUA verdade” mas as Normas (lembram do nomes delas? Cloto, Láquesis e Átropos, filhas da Lei) do Politicamente Correto são universais. Logo, a MINHA VERDADE deve estar contida nas Normas que são para TODOS. O que me entristece é que a multidão nunca ficará atônita pois nunca despertará.
- Gerar link
- X
- Outros aplicativos
Jealousy and hate Como dizem: “a inveja é uma m….”. Especialmente se, mais que a satisfação de um desejo, é a satisfação em pisar nos invejados. A raposa e as uvas. Ódio é algo que sabemos (eu pelo menos acho que sei) lidar melhor, seja nosso ou sejamos objeto dele mas, inveja é algo, no mínimo, deselegante. Mas como todo sentimento mais refinado é difícil de o exercer devidamente, muito mais fácil é o ódio, algo mais “primitivo" e compreendido nos dias de hoje, os “haters”, não é mesmo? Lembram daquela lista do “pobre e do rico”? - rico tem inveja, pobre tem raiva. A coisa vai por esses rumos …
- Gerar link
- X
- Outros aplicativos
Hearts full of passion Os “antigos” tinham medo da paixão. Não necessariamente paixão amorosa mas qualquer tipo de empreendimento no qual as pessoas se entregassem de corpo e alma. Isso era considerado algo, inadequado. Talvez fosse o espírito pragmático dos yankees que, extravasando os negócios, contaminou a vida. E do lado sentimental havia um consenso que era impossível que uma paixão amorosa se torna-se um “amor verdadeiro” que, naquela época queria dizer casamento. A moral e bons costumes eram muito rigorosos e práticos de forma que qualquer “apaixonado" que tomasse algumas liberdades com a sua amada era obrigado a casar com ela. Hoje em dia, além de ser considerado um pervertido pode ser processado judicialmente. Tempos modernos.
- Gerar link
- X
- Outros aplicativos
Never out of date Ah sim, a neurose de “estar sempre na moda”! Mas isso é uma moda antiga. Uma vez fui visitar uma amigo e, como sempre fazíamos, fomos escutar discos. Dei uma “dedilhada" na coleção dele e encontrei o primeiro disco solo do Paul Simon, que acabara de sair e, ele se adiantou: “é o último disco dele”, como se isso fizesse do disco uma obra-prima. Como eu não podia perder aquela chance, respondi sem pensar muito: “na realidade, é o primeiro pois, os primeiros serão os últimos”. Ele não entendeu.
- Gerar link
- X
- Outros aplicativos
Moonlight and love songs A leitura de “Tender is the night” do F. Scott Fitzgerald me foi definitivamente entediante. O título deveria ser “Boring is the night”. É um romance em que acontece de tudo mas no final nada acontece. Um bando de gente sem ocupação fazendo bobagens. Ao menos a Riviera Francesa de verdade é muito mais interessante.