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Mostrando postagens de agosto, 2024
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Listas dos "melhores"filmes Isso já existia A.I. (antes da internet), listas dos “melhores”. O que sempre me interessou foram as listas de filmes e discos (LPs, que hoje chamam de “vinis" mas que logo deixarão de ser de PVC, acho).  Vou falar neste post sobre listas de filmes. Como essas listas são produzidas por “especialistas" contratados por publicações de vários países, é de se esperar que essas listas sejam tendenciosas, dirigindo os resultados para a produção do país de origem da publicação. Desta forma sabemos que listas de filmes vindas da “America" dão preferência aos filmes americanos e, da mesma forma o que é publicado em Europa são preferencialmente filmes europeus. Isso posto procura-se diversificar a nacionalidade daqueles que elegem quais filmes estarão compondo essas listas para que se possa dar algum crédito à própria publicação. Como tudo é marketing existe um certo equilíbrio quando surgem listas dos "especialistas” e as listas do “públi...
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 😄
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 HiRes audio O dito audio de alta resolução está entre nós já a algum tempo mas, me parece que é sub-utilizado devido ao equipamento exigido para tal e quem ouve audio digital. O mainstream do consumo de músicas atualmente são os streamings de vinte reais que andam por aí e a maioria deles não disponibiliza música de alta resolução, música com uma qualidade maior que CDs (se é que alguém lembra deles). Desses estou a experimentar o da Apple que “entrega" audio de até 196KHz (o CD é 41KHz). O problema, se é que é problema, é que a qualidade do audio vem da maneira em que foi gravado, produzido como dizem. É como você ter uma garrafa que pode conter 1 litro de água mas isso não quer dizer que ela sempre terá 1 litro de água dentro dela, depende do quanto é ali colocado. De qualquer forma essa coisa de HiRes me parece mais um preciosismo audiófilo ou pior, aquela ideia ensandecida de que tudo o que é “tecnologia de ponta” é “melhor" do que existia antes. Vocês podem pensar que m...
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Lembrar do amanhã Nos anos 1960 existia uma ansiedade em relação ao progresso, às novidades tecnológicas que imaginávamos que seria o século 21, o “ano 2000”. Falava-se “no ano 2000 vai existir isso ou aquilo” … A previsão de carros voadores, como nos Jetsons, video-fones e macacões prateados era somente uma questão de tempo. Pode-se encontrar no Youtube videos com esses “futurismos”. Então “o ano 2000” chegou e muitas dessas previsões, em termos de tecnologia, aconteceram mas não foram bem sucedidas. O que mais me impressionou foi que o “video-fone”, trazido à luz através do telefone celular, nunca foi extensamente utilizado. Assim como muita gente diz que “sem celular eu morro” eu achava que o video-fone seria algo totalmente obrigatório. Ledo engano (o Ledo já não está mais entre nós). O “futuro" não foi como pensávamos ou desejávamos pois pensávamos que a ciência nos traria resposta para tudo e, como sempre, tudo é muita coisa. Não sei se as projeções de crescimento populacion...
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  O final será o que não sei mas será Fiquei pensando porque não gosto do rock’n'pop da década de 80/90 (depois disso não sei o que acontece). Aquelas constatações das referências afetivas já é coisa sabida e constatada mas lembrei que eu ouvia muito mais pop nacional e MPB (principalmente) que outras coisas “novas”. As rádios ainda eram preponderantes na educação musical de muitos de nós, houve até uma FM que só transmitia MPB, naqueles dias o “sertanojo" ainda era coisa brega de gente “humilde" digamos assim. Como ainda vivíamos os anos da Revolução a nossa música, de certa forma, ainda era uma forma de resistência. Eu ouvia rádio no carro (anos depois, após sofrer um acidente ouvindo música, nunca mais coloquei rádio no carro), dirigindo aqui na cidade, viajando, lanchando nas lanchonetes drive-in. Então era aquela coisarada que ainda me assombram, qualquer dia tomo coragem e faço uma compilação disso tudo, hoje dizem “playlist" o que, apesar de ser um termo pre...
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 Enfim ...
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Parabéns!!! A esquerda sempre me admira pela sua indelicadeza  e falta de polidez, por assim dizer. Lembro que após o primeiro turno em França, quando as pesquisas apontaram a vitória da direita, estão a dizer que isso aconteceu devido à falta de uma educação formal mais acadêmica, ou seja, só gente inculta não votaria neles. Cada vez mais me convenço que o politicamente correto é o substituto do "Capital" para essa gente, desde que atenda à sua “pauta”, obviamente.
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 Me deixe mudo
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  Do K7 ao Mini Disc: o que vocês perderam … Houve um tempo em que tudo era de verdade: dos meninos e meninas até a música que ouvíamos na Rádio Ouro Verde. Hoje “namoram" no celular e nos computadores (?), ouvem música através de “streamings” em coisas que chamam de “playlists”. Muito tempo antes de asfaltarem a República Argentina eu ganhei um gravador portátil de fitas K7 (ou casséte, para não confundir com porrete). Era um Toshiba, naquela época eletrônicos eram japoneses unicamente. Veio com duas fitas, um microfone, um earphone mono pois o gravador era mono obviamente. Mesmo ele tendo uma entrada para gravar o rádio não tinha uma saída então eu gravava com o microfone. Quando ganhei meu toca-discos, consegui gravar dele. Era muito prático poder “carregar" música que eu escolhia para compor a fita, não deixava de ser uma “playlist" real, não um ponteiro para carregar um arquivo que está num servidor alhures na internet. Ao longo do tempo apareceram os decks doméstic...
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Enquanto isso, num certo país de Latino America ...