Não há lugar como o lar


Vivemos tempos bicudos. Depois que alguém “descobriu" que somos controlados, conduzidos pela midia, pelo governo, pelo consumismo, pela economia (tudo “coisas"que nós mesmo inventamos) e seja lá mais o que for, automaticamente houve uma vitimização do indivíduo perante essas "forças poderosas” que orpimem a tudo e a todos. Isso me parece o mecanismo do conhecimento das leis: a apropriação de algo que não me pertence passou a ser crime quando me disseram que asim o era. Então veio o Marx e disse que a propriedade é roubo. Obviamente essas duas “realidades" são completamente incompatíveis. Como a superfície do planeta é grande o suficiente para “segregar" grupos com ideias diversas, os semelhantes se agregam e todo mundo vive feliz. PORÉM (sempre há um porém), devido a guerras, desastres naturais, perseguições e pobreza, muita gente emigrou e continuam emigrando para lugares nos quais os “usos e costumes” são completamente diferentes. Sob a NOSSA ótica, era de se esperar que que é recebido, deve ser grato à acolhida e procurar se adaptar aos costumes locais. Mas nem sempre é isso o que acontece, para nossa surpresa. Surpresa essa que, com o passar dos anos, se transformou em incômodo e até medo. Toda essa situação foi exacerbada pela midia (seja a institucional como a dos “influenciadores”) e todos se vêem no direito de raclamar e impor os seus usos e costumes que trouxeram da sua origem. Como gente civilizada, podemos permitir que os pássaros sentem sobre nossas cabeças mas não o tempo suficiente para fazerem ninhos ali. Existem vários videos no Youtube no qual esses imigrantes explicam porque odeiam a cultura ocidental (se "odeiam" porque não voltam para a sua cultura?). Talvez o nosso erro seja querer ajudar todo mundo que nos pede auxílio. Todo mundo é muita gente.



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