"Deem tudo que ele pedir, exceto sua liberdade"





Tudo, ou muita coisa que publico, tem uma referência a música ou cinema ou …  

A ordem do título deste post foi dada por Ming, o impiedoso, num episódio de “Flash Gordon”. “Ele" era o Dr. Zarkoff, cientista e companheiro que ajudou o Flash a salvar o universo. Apesar da responsabilidade que lhes foi imputada (de salvar o universo), o nosso ajudante de herói se deixou conduzir ao laboratório do vilão pelo seu amor à ciência. Isso sempre me causou espécie pois ele estava ajudando o vilão e não ao herói! Então é possível conciliar nossos gostos e desejos com nossas responsabilidades? Aparentemente sim. Nossas escolhas quase sempre são equivocadas mas no fim, tudo dá certo (ou quase). Esses equívocos se dão devido à urgência natural da vida que não pára enquanto fazemos nossas escolhas. E, mais uma vez, nos enganamos quando julgamos escolher a direita ou a esquerda, o certo e o errado pois ao escolhermos, já estamos tendendo a uma das opções, quem escolhe a direita é porque já estava à esquerda, quem escolhe o certo é porque estava errado. Neutralidade é uma desculpa para não assumirmos a nossa preferência. “Seja quente ou seja frio, não seja morno que eu te vomito”. 



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