Longe do meu caminho você vai de mal a pior



Pensamos que controlamos o nosso destino, a nossa vida. Ledo engano. Nem sempre temos um Cheshire Cat  que nos responda qual é o caminho a tomarmos, mesmo porque ele não vai nos dar uma resposta ou a resposta “certa" porque não há resposta correta. Houve um tempo em que todos tinham mais ou menos consciência  do que era certo ou errado, soava uma campainha na nossa consciência se pisávamos no pé de alguém, mesmo que acidentalmente. Pedir desculpas era o que era o esperado para aqueles que eram “educados”. De certa forma, era importante o bem estar alheio. Atualmente tenho minhas dúvidas se isso aconteceria corriqueiramente. Quando se legisla sobre “moral e bons costumes” a ética passa a ser questionada e os direitos individuais se sobrepõe ao “bem comum”. Busca-se mais vingança que justiça. Se as reinvidicações de algumas “minorias” fossem justas, não causariam tanto desconforto.  




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