Nós costumávamos amar enquanto os outros costumavam brincar
“Puppy love”, é como eles dizem. Eu tive a sorte de viver isso, não sei se isso tem limites estabelecidos mas me parece que tem a ver com a inocência natural que, aos poucos, vai se perdendo. E, essa perda da inocência não tem nada a ver com sexo, como os “adultos" querem explicar (ou justificar ou demonizar), o sonho começa no primeiro olhar, no primeiro beijo. Imagino que esse zêlo desmedido em invalidar esses momentos é uma desculpa esfarrapada para que esses “adultos" não se sintam culpados por sentirem o que talvez sentiram na adolescência pela “menina da porta ao lado”, ou pior, o que não sentiram: pura inveja. Isso tudo me leva a pensar que “ser adulto”, naqueles dias, era considerar que a inexperiência é uma doença e qualquer tentativa de aprendizado, “fora do tempo” (estabelecido de que forma?), uma aberração. Não posso responder por todos mas, dar mim foi algo que me fez ser alguém que aprendeu a amar mais e melhor. “Thank you for The Days" …

Comentários
Postar um comentário