Com cada erro certamente estamos aprendendo
Há quem acredite nisso piamente. Mas a impiedade nos confunde e aquilo que queremos fazer “certo" acabamos fazendo errado. E “erro" inicial deve ser algo que teve consequências muito danosas para lembramos dele e tentar não repetirmos. Mas assim como Siegfried, às vezes tomamos a poção do esquecimento sem sabermos e entregamos o ouro ao bandido achando que ele é nosso amigo. Esquecer quem somos é muito diferente do “perder a identidade”, esquecemos quem somos quando nos entregamos àquelas paixões vis e infames que nos tornam levam à sarjeta onde acordamos com um cachorro lambendo nossa cara - então será tarde demais.

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