Qualquer dia a gente se vê




Naquele dia eu estava com um pressentimento estranho, aquelas coisas que a gente não sabe mas, de certa forma tem medo porque na realidade não queremos enfrentar ou aceitar que tudo aquilo que um dia sonhamos e desejamos e, sabemos já ter acontecido e nunca mais se repetirá. Todos os que passam por nós, nesse dia, nos parecem alheios à tudo e a todos e aquela coisa fica martelando sem sabermos de onde vem mas que vem de dentro de nós mesmos. Uma vontade de sumir uns dias ou meses ou anos para ver se quando voltarmos tudo se arranjou e todos estão morrendo de saudades de nós. Mas, como disse o MiNas: “sei que nada será como antes”. Amanhã.




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