A identificação do gerúndio e outros vícios vernaculares




Indentificação. Tenho ouvido muito isso, mesmo na mídia “culta" (que é uma falácia). Me causa espécie esse discurso de que "a linguagem é um fenômeno vivo e em constante evolução” pois, entende-se que “evoluir" é melhorar quando na verdade, é adaptar. Creio que esse fenômeno ocorra por ser mais fácil falar desta forma. Isso se observa em outras línguas, comprovando a existência de duas línguas, a escrita e a falada (não quero entrar no mérito da Gramática). Outra coisa engraçada é a omissão da letra “d" no gerúndio: “falano”, “cumeno" (isso é nome de elemento de química orgânica) e assim vai. Creio que essa é a única “evolução" que podemos notar nas pessoas, comunicar mais facilmente as bandalheiras cotidianas.




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