Te dou tudo que tenho por um pouco de paz



Como se não bastasse o dia a dia, ainda nos exigem que sejamos felizes. Felicidade é algo tão relativo que essa palavra não aparece na Bíblia, talvez apareça na tradução para “os dias de hoje” onde tentam dourar a pílula com a desculpa que as pessoas não sabem o significado das palavras. “Tem gente que não tem nem isso”, já cansei de ouvir isso, como se o que falta aos outros aplacasse os nossos desejos e, tentando fazer que nos sintamos culpados por querer o que queremos. A inveja chama nossas aspirações de futilidade. Como disse o Joãozinho Trinta: “quem gosta de miséria é intelectual, pobre gosta de luxo”. Essa cobrança que somos submetidos todos os dias é uma maneira de tentar nos enlouquecer. A paz e tranquilidade que alguns têm é motivo de inveja daqueles que vivem só pensando em desgraça. Lembram dos profetas do Apocalipse no tempo da pandemia: “agora irão morrer milhões”. Há quem se compraza com a desgraça alheia,  só está bom quando está ruim. Agora estão a semear o medo de que a direita “destrua" a democracia; o medo que a guerra na Ucrânia se torne uma guerra mundial; o medo que o mundo termine em chamas; o medo que acabe a água e todos morram secos e arreganhados. Que bebam Coca-Cola!




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