Uns dançam para lembrar, outros para esquecer
Não sei se o tempo passa rápido demais ou se estou anestesiado com o tempo que já passou mas, parando um pouco para me situar, estamos já a dois anos e meio depois da pandemia. Talvez seja sequela do vírus, não vi (se é que isso se vê) o tempo passar. Acho que na medida que o tempo realmente passa ele nos leva a percepção temporal. Não estou muito certo se isso seja algo preocupante, não será nossa preocupação que o fará parar. Vamos encarar a música e dançar, a vida é muito curta para deixá-la passar impunemente.

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