(Re)Masterizações
Nos últimos anos o sr. Steve Wilson, (re)conhecido pelo seu fabuloso grupo, Porcupine Tree, tem nos brindado com dezenas de remasterizações de discos da década de 70, especialmente ou, exclusivamente, prog rock. Apesar de todas as críticas no sentido de alterar a intenção original da gravação, paira monstruosa, a sombra de compressão do dynamic range. Até onde meu sistema e o meu ouvido tem percebido, isso não acontece com o trabalho do Wilson. Dentre tudo que conheço que ele remasterizou, o trabalho mais notável foi com o álbum “Tales from topographic oceans”, do Yes. Desde que saiu, em 1973, todas as tentativas de melhorar o disco foram infrutíferas, talvez as prensagens japonesas sejam as melhores (tenho diversas prensagens do álbum). Creio que isso é um problema com os masters e isso é irremediável, pelo menos com a tecnologia da época. Graças ao progresso nessa área, somente agora é que foi possível “remediar" o álbum. Não sei se foi muito tarde pois muita gente que acha que rap é música não conseguem ouvir mais que dois minutos do baticum como ouvirão músicas de 20 minutos em média?

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