Musicais



Nasci e cresci numa ambiente familiar que considero muito particular e me considero muito privilegiado por isso. Mesmo não sendo uma família ligada à música me foi dada a oportunidade de aprender e cultivar música, seja a música “séria”, que aprendi na escola de música, seja a música, dita popular, que aprendi com a Rádio Ouro Verde e com meus discos e filmes. E foi o cinema que me apresentou os musicais, que é o gênero que mais me encantou. Já a muiiiiiiito tempo "não se fazem mais musicais como antigamente”. Com a desculpa da “modernidade" as pessoas se tornam, a cada dia que passa, mais insensíveis à sua própria desgraça, falar do “bem comum” passou a ser uma questão puramente filosófica: o “bem comum” é o “meu bem estar” … Mas dos musicais que marcaram a minha vida, posso dizer que foram três: “West Side story”, “Les demoiselles de Rochefort” e “Hair”. Explico.

“West side story”, a adaptação formidável da peça “Romeu e Julieta” (acho que não preciso citar o autor) nos mostra “em linguagem de hoje” como o amor pode vencer o preconceito.

“Les demoiselles de Rochefort”, me apresentou a classe irrepreensível de Catherine Deneuve na simplicidade adolescente de que o amor simplesmente acontece, é só questão de tempo (como sempre).

“Hair”, além do obvio de ser um musical pacifista, é a prova que é possível morrer pelos amigos (mesmo sem querer).

That’s all folks! 



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