A música, sempre a música ...


A cada dia que passa tenho ouvido mais música erudita e quase nada de outros "tipos". Não é esnobismo, absolutamente, é por prazer mesmo. A pouco eu estava a ouvir as "Variações para orquestra" do compositor americano Elliott Carter (1908 - 2012): é algo de inebriante se deixar levar para onde ela nos leva. Ontem ouvi duas sinfonias do Camargo Guarnieri e mais uma do Guerra Peixe (a sinfonia "Brasilia"),  nossos compositores esquecidos. Não encontro nada mais satisfatório em termos estéticos que não seja música erudita,  é uma outra dimensão onde nossos sentidos são "massageados". Tenho muita sorte em ter tido a educação que tive, realmente, "sem música a vida não teria sentido".


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