Plásticos: afinal amanhã será outro dia
Assistindo uma dessas reportagens sobre o perigo presente no plástico, não só por razões ambientais mas, pelo envenenamento que nos atingem causando uma série de problemas de saúde nunca dantes acontecidos, lembrei do filme de 1967 “The graduate” (“A primeira noite de um homem”) primeiro sucesso de Dustin Hoffman, consagrado pelo público e crítica, e lembrado pela sua trilha sonora, especialmente pelo tema do filme, “Mrs. Robinson”. Há uma cena no início do filme, quando um convidado à festa de recepção do recém formando, o leva à parte para lhe dar um conselho: “Plastics”. Sabemos que muitos produtos usados para produzir plástico afetam a tiróide que, durante a fase do crescimento “ativa" o cérebro de modo que, aqueles que foram “envenenados” por plástico nesse período de vida, não desenvolvem adequadamente o cérebro, ficando desta forma, “menos inteligentes”. É claro que essas coisas, se são divulgadas, o são timidamente devido à gritaria que o Politicamente Correto prega, igualzinho aos “direitos naturais do homem” (e da mulher e de todas as outras letras do alfabeto): somos todos iguais. Mas diferentes, doença não é inferioridade mas handicap uma vez que a medicina está aí a serviço do homem (e da mulher e blá blá blá). Isso explica muita coisa. Como a indústria está pouco se lixando com a saúde do consumidor pois “sempre”os teremos, deixe que morram. Uma coisa os comunistas tinham razão, o capitalismo vai acabar com a humanidade.

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